A verdade, enfim!
Quer saber a verdade, sem arrodeios?
Pra ser claro, vou usar todos os meios!
Você não foi a única a quem jurei
Ser verdadeiro o amor que confessei;
Igual às tantas outras, disse amar,
Para, logo depois, abandonar;
Quando parecia louco de paixão,
Estava pleno e cônscio de razão;
E se, de joelhos, chorei de amor,
Eram falsas as lágrimas e a dor,
Os meus beijos abraços e carícias
Eram fingidos e cheios de malícias,
Enfim, confesso que sempre te enganei,
Mas, como a ti, a nenhuma outra eu amei.
PFA/
Publicidade
[ Espaço Reservado para Anúncio AdSense ]
Comentários (0)
Não é necessário cadastro. Sua voz é bem-vinda aqui.
