A voz da natureza
Doce som que acalanta a minha alma,
Que desperta, alenta e acalma,
Campainha celeste a tilintar
Na voz do uirapuru a solfejar.
Néctar sonoro e inebriante,
És melífero ritmo ressonante,
Sonoridade das vozes divinas
E canto matutino das campinas.
Cântico que encanta o sabiá,
A mais linda cantiga, e quiçá,
Concerto dos corais celestiais.
Prelúdio das cantatas divinais,
Os meus impulsos, e as minhas ações,
São reflexos das tuas vibrações!
PFA
Publicidade
[ Espaço Reservado para Anúncio AdSense ]
Comentários (0)
Não é necessário cadastro. Sua voz é bem-vinda aqui.