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01/04/2016

Alma de poeta

Por Pedro Quiamax

O mundo encantado do poeta
embrulha tudo, cheiro e fedor,
alegria, tristeza e amor,
e nada, ao final, lhe inquieta.

O belo se impõe à sua vida,
as lágrimas, sorrisos e a morte,
emaranham-se com desdita, sorte…
e percorrem a mesma avenida!

Seu encanto emana da certeza,
imutável, de que a natureza
excede às mazelas dos humanos.

Os erros advêm dos nossos enganos
e mais cedo ou mais tarde findarão,
assim, “ser ou não ser, eis a questão!”

PFA/
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