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14/03/2014

Amor desvairado

Por Pedro Quiamax



Sem mais nem menos, disse-lhe: – Acabou.
Pasmo, ele simplesmente a encarou
e, sem uma palavra, saiu andando
tal e qual um robô sem ter comando.

A sua reação não a comoveu,
indiferente ao que aconteceu
sorria e desfilava pela praça,
elegante, garbosa, cheia de graça.

 O que eu fiz, por que ela não me escuta?
Não pode ser, eu vou ficar biruta!

Desesperado, foi se recolher,

e ao ser encontrado, ao amanhecer,
jazia inerte, no leito prostrado.
Pusera fim ao seu amor frustrado!


PFA/

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