Cavalo Pancho
Sou poeta de canto singular,
No meu canto não há canto de sofrer,
Só canto os prazeres de amar,
De sorrir, ser feliz e de viver.
Não canto cantos que falem de morte,
Só canto os cantares de alegria,
Canto a esperança e a sorte,
E os sonhos que renascem todo dia.
Mas, para tudo há explicação,
Explícita com base na razão,
Eis por que canto e vivo a sorrir:
Tenho tudo, e nada a pedir,
Tenho você, meu filho e o rancho,
E, de sobra, o meu cavalo Pancho.
PFA/
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