Ciúmes
Olhei bem dentro dos teus olhos negros,
Estavam tristes, puros e íntegros,
Penetrei e fui até ao teu coração,
E, então, sobre o teu peito pus a mão,
Seus batimentos gritam sem falar,
Ecoam em teu olhar e espraiam-se no ar,
Então, a voz divinal do deus cupido
Deixa meu coração enternecido.
Sem nada dizer, te manténs inerte
A espera que eu te abrace e aperte
Contra o peito, e confesse, arrependido,
Que meu ciúme é cruel e descabido.
Entre falas, abraços e prazer,
Despertamos no novo amanhecer!
PFA/
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