Hoje não!
Sorri, um flerte tímido, medroso,
Diante do seu riso generoso.
Enquanto durou a apresentação,
Temi explodir o meu coração.
Depois, conversa vai, conversa vem,
Falou de si, e eu de mim, também,
Incrível, quanta coisa em comum
Num universo tão amplo e incomum,
Parecíamos a tampa e o cesto!
Habilmente, procurei um pretexto
E pus minha mão sobre a sua mão.
Não esboçou nenhuma reação,
E, com um jeitinho ledo e delicado...
– Desculpe, hoje não, tenho namorado.
PFA
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