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01/07/2014

Língua ferina

Por Pedro Quiamax
“ – Cala a boca Etelvina,
mulher da língua ferina,
amanhã vou trabalhar...”

Cancioneiro popular.

O pau que nasce torto morre torto,
pode ser na velhice ou de aborto;
o mesmo acontece com a língua,
quando ferina, morre mas não míngua!

Escorpião já nasce com veneno,
sua sanha começa de pequeno,
do mesmo modo, certas criaturas
trazem no eu peçonhas e censuras.

Cruze os dedos, bata na madeira,
se benza e se unte com cidreira,
dê figa, reze um terço todo dia,

pedindo proteção à Virgem Maria
contra a pestilência da ralé
de uma língua doente de má fé.

PFA/
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