Dia dezoito de agosto,
quando o sol desabrochou,
desfigourou-se o seu rosto
e a roseira descansou.
Sessenta anos de boa convivência,
o píncaro das bodas. Diamante!
Amiga, irmã, fiel amada amante...
exemplar da mulher, por excelência.
Julho, ano meia quatro, num instante,
sob auspícios da Santa Providência,
não meramente por coincidência,
pra nós, o Sol brilhou 88mais fulgurante.
Sessenta anos passados, comoção,
a roseira de origem divinal,8
missionária sem ranços de acepção,
acabou de partir pra eternidade,
depois de cumprir todo o ritual
que conduz à real felicidade.
PFA/21.08.24
