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05/01/2015

O andarilho da 232 -

Por Pedro Quiamax

Eu sempre o encontro, indo ou vindo,
Com um “matulão” nas costas pendurado.
No estradão, descendo ou subindo,
Chova ou faça sol, come o seu bocado.

Eu sempre quis saber o seu destino,
Pois, não se cansa de ir, nem de vir.
Parece teimosia de menino
Ou burro quando cisma pra não ir!

Decidi. Parei e o cumprimentei:
Bom dia, quer carona, donde vem?
Pareceu não entender o que perguntei!

Pensou e me respondeu: – Do além.
Aliais, eu não venho, estou indo.
Vou para o lugar donde estou vindo.

PFA/
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