Voar, voar...
Tens como limite o universo,
Os pés, cabeça, frente e reverso,
Em vôo rasante pela esplanada
Da infinita imensidão do nada.
Mas, mesmo a tua imaginação
É pobre, na sua figuração,
Ao projetar vôos inalcançáveis
Pelos campos celestes insondáveis,
Pois, acima de tudo está Deus,
Fonte suprema do poder eterno,
Majestoso, justo e sempiterno.
Caríssimo irmão, dentre os sonhos teus,
Nada se compara à sublimação
Da glória eternal da salvação.
PFA/
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